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JP Morgan transforma usineiros em bagaço de cana

O JP Morgan, assumiu a gestão do combalido Grupo Virgolino de Oliveira (GVO).


A pequena e pacata Itapira,no interior de São Paulo,tem sido testemunha do choque entre uma das mais antigas estirpes de usineiros do país e uma tropa de financistas sequiosos de que sua passagem por aqueles canaviais seja a mais breve e profícua possível. Nem é preciso dizer quem deve levar a melhor. O JP Morgan, que, na condição de um dos maiores credores, assumiu a gestão do combalido Grupo Virgolino de Oliveira (GVO), está estraçalhando as raízes plantadas e cultivadas pela família Ruette por mais de nove décadas. Se for necessário fechar alguma das quatro usinas sucroalcooleiras do grupo em São Paulo, assim será. Se for preciso dispensar milhares  de empregados, o que se há de fazer? Todas as opções são deletérias aos olhos dos herdeiros do empresário Virgolino de Oliveira, a começar por sua viúva, Dona Carmem Ruette, que se viu forçada a deixar a gestão da companhia e entregá- la a um pool de credores. Para o JP Morgan, que se embrenhou nesse matagal ao lado de outros bancos e fundos de investimento, só há uma saída: cortar, cortar e cortar até que seja possível vender o GVO e recuperar ao menos parte do dinheiro investido no negócio.


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JP Morgan transforma usineiros em bagaço de cana

O JP Morgan, assumiu a gestão do combalido Grupo Virgolino de Oliveira (GVO).

A pequena e pacata Itapira,no interior de São Paulo,tem sido testemunha do choque entre uma das mais antigas estirpes de usineiros do país e uma tropa de financistas sequiosos de que sua passagem por aqueles canaviais seja a mais breve e profícua possível. Nem é preciso dizer quem deve levar a melhor. O JP Morgan, que, na condição de um dos maiores credores, assumiu a gestão do combalido Grupo Virgolino de Oliveira (GVO), está estraçalhando as raízes plantadas e cultivadas pela família Ruette por mais de nove décadas. Se for necessário fechar alguma das quatro usinas sucroalcooleiras do grupo em São Paulo, assim será. Se for preciso dispensar milhares  de empregados, o que se há de fazer? Todas as opções são deletérias aos olhos dos herdeiros do empresário Virgolino de Oliveira, a começar por sua viúva, Dona Carmem Ruette, que se viu forçada a deixar a gestão da companhia e entregá- la a um pool de credores. Para o JP Morgan, que se embrenhou nesse matagal ao lado de outros bancos e fundos de investimento, só há uma saída: cortar, cortar e cortar até que seja possível vender o GVO e recuperar ao menos parte do dinheiro investido no negócio.


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